POLICIAL

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Segundo a Polícia Militar, a suspeita é de que a droga seria entregue para um detento no Presídio Regional; irmã dele, de 18 anos, também foi presa.

 

Um agente penitenciário de 26 anos foi preso suspeito de tráfico de drogas, na Vila Telma, em Montes Claros, na noite dessa quarta-feira (26). Na casa onde ele estava, os militares apreenderam um tablete de maconha e uma balança de precisão. A irmã dele, de 18 anos, também foi presa.

A Polícia Militar chegou ao local depois de denúncia anônima; a suspeita é de que a droga seria entregue para um detento no Presídio Regional de Montes Claros. O serviço de inteligência do presídio acompanhou a ocorrência. Eles foram encaminhados à delegacia e autuados por tráfico de drogas, segundo a Polícia Civil.

Em nota, a Secretaria de Estado de Administração Prisional informou que o agente é efetivo desde 2014 e estava lotado no Presídio Regional de Montes Claros. Ainda segundo a nota, a administração prisional vai abrir um procedimento interno para apurar o caso. A Seap disse que aguarda as investigações e a decisão judicial para tomar providências.

Bairro Tancredo Neves

 Prisão aconteceu depois que um investigador repassou as informações sobre o tráfico de drogas na região (Foto: Polícia Civil/Divulgação)Prisão aconteceu depois que um investigador repassou as informações sobre o tráfico de drogas na região (Foto: Polícia Civil/Divulgação)

Prisão aconteceu depois que um investigador repassou as informações sobre o tráfico de drogas na região (Foto: Polícia Civil/Divulgação)

Ainda nessa quarta, em Montes Claros, no Bairro Tancredo Neves, um homem de 19 anos foi preso suspeito de tráfico de drogas. A polícia apreendeu três buchas de maconha e 32 pedras de crack.

A prisão aconteceu depois que um investigador repassou as informações sobre o tráfico de drogas na região. O homem foi preso e levado até a delegacia.

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Um agente penitenciário de 25 anos foi preso na madrugada deste domingo (30) em Poços de Caldas (MG) depois de balear um homem no Centro da Cidade. Segundo a Polícia Militar, o disparo aconteceu durante uma briga em um bar.

Ainda conforme a polícia, a vítima foi atingida na perna direita e socorrida ao hospital. O agente disse à polícia que ele e mais um amigo estavam sendo agredidos por cinco pessoas e por isso atirou.

O agente penitenciário foi preso e a arma foi recolhida.

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A droga só foi encontrada, pois os agentes levaram a suspeita para realizar um exame no Pronto Socorro Municipal.

 

Uma mulher de 31 anos foi presa após tentar entrar com drogas em presídio de Monte Carmelo. De acordo com as informações, na noite de ontem (25) os agentes penitenciários receberam uma denúncia anônima que informou que a autora estaria levando o entorpecente. M.E.S. chegou ao local e foi abordada de imediato pelos agentes que a convidaram para realizaram um exame de raio-x no Pronto Socorro Municipal. A suspeita aceitou e se deslocou até a unidade médica.

No local, ela foi atendida pelo médico de plantão que constatou a existência de um invólucro no interior de suas partes íntimas. Após diálogo, a autora concordou em retirar o pacote. Foi encontrado 20 buchas de substância semelhante a maconha e dois invólucros de seda que seria utilizado no preparo do entorpecente

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Além dos celulares foram apreendidos chips, baterias e outros equipamentos. Na manhã de sexta-feira (21) a polícia havia localizado um outro drone no local.

Um drone que sobrevoava a Penitenciária de Alta Segurança de Chaqueadas, na Região Metropolitana de Porto Alegre, foi apreendido pela Brigada Militar, na madrugada deste sábado (22).

O aparelho foi visualizado e abatido pelos policiais. Foram encontrados quatro celulares, cinco baterias, quatro fones de ouvido, 19 chips de diversas operadoras e um cartão de memória.

Na manhã de sexta-feira (21) um outro drone também havia sido apreendido pelos policiais também sobrevoando o presídio.

Na manhã de sexta-feira polícia também havia apreendido outro drone
Na manhã de sexta-feira polícia também havia apreendido outro drone (Foto: Divulgação/BM)
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Um caso que, no momento é tratado como crime passional, está em apuração em Ipatinga. O assassinato foi registrado por volta de 22h de sábado (22), na rua 14, bairro Esperança, em Ipatinga, onde Leonardo Oliveira da Silva, de 35 anos, foi morto a tiros. Leonardo era lotado na Subsecretaria de Atendimento às Medidas Socioeducativas e trabalhava no CSE, no Centro de Ipatinga. 

Reprodução


Leonardo era lotado na Subsecretaria de Atendimento às Medidas Socioeducativas e trabalhava no CSE, no Centro de Ipatinga



O alvo do crime, entretanto, poderia ser outra pessoa, um amigo da vítima. Pelo menos é o que indica a versão do caso foi apresentada à polícia por outros dois homens, Jean silva Costa, 31 anos e Marcelo Batista Peixoto, de 35 anos, conforme apurou o Portal Diário do Aço.

Conforme Jean e Marcelo contaram à polícia, os dois estavam a bordo de um Fiat Siena e foram à rua 14 onde se encontrariam com uma mulher, namorada de Jean. 

Os dois amigos eram seguidos pelo agente do Sistema Socioeducativo, Leonardo Oliveira, que estava em uma motocicleta. Ao chegar ao local, assim que a mulher ia entrar no veículo, aproximou-se rapidamente um indivíduo, não identificado, com capuz na cabeça e portando uma arma com mira a laser apontando na direção da mulher, que correu e abrigou-se atrás de uma residência, momento em que escutou um disparo e arma de fogo. 

Álbum pessoal


Leonardo Oliveira da Silva, de 35 anos



Jean e Marcelo fugiram do local, no carro, sentido ao fim da rua, que não tinha saída. Os dois tiveram que retornar e avistaram Leonardo em luta corporal e o homem armado. Mais tiros foram efetuados e o atirador saiu correndo. 

Quando se aproximaram de Leonardo perceberam que o amigo já estava morto. A motivação do crime ainda é apurada. 

O que se sabe é que a mulher mantinha relacionamento com Jean, após ter rompido o relacionamento com outro homem, há aproximadamente 20 dias. Esse homem está sendo procurado pela polícia como suspeito do crime.

Conhecidos de Leonardo informaram ao Portal DA, que a vítima morava na rua Joel, no bairro Canaãzinho e já trabalhou na antiga Mavimoto/Honda, antes de ser agente socioeducativo

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Na noite dessa quinta feira dia 20/07/2017 a Policia Militar foi acionada para atender uma ocorrência de direção perigosa, onde um veiculo Chevrolet Cruze estaria na porta da delegacia e teria empreendido em fuga após visualizar uma viatura da Polícia Militar.
O veículo foi abordado pelas guarnições da Polícia Militar VP do Meio Ambiente e Tático Móvel, e foi constatado que os ocupantes do veículo teria deslocado ate a Delegacia de Estrela do Sul e feito contato com o Agente Penitenciário Mauro. Nesse intervalo de tempo foi informado a PM sobre uma fuga de 02 (dois) preso da Delegacia.
Os dois foram recapturados é um Agente que estava de serviço também foi preso em Flagrante delito por ter dado apoio aos presos para fugirem.



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Mandados foram cumpridos após investigação que apurou chacina ocorrida no Bairro Lagoinha em 2015. Agentes serão levados para Belo Horizonte.

 

Polícia Civil de Uberlândia cumpriu sete mandados de prisão contra agentes penitenciários do Presídio Professor Jacy de Assis, em Uberlândia, durante a Operação “Legalidade” deflagrada na manhã desta quinta-feira (20). Os presos são investigados pelo envolvimento na morte de cinco pessoas, no Bairro Lagoinha, em 2015.

Em resposta ao G1, a Secretaria de Estado de Administração Prisional (Seap) informou que não tinha conhecimento das investigações e foi informada nesta quarta (19) da prisão dos suspeitos. Sobre a situação dos servidores a partir da acusação, a Seap disse que aguarda o fim das investigações para se pronunciar.

 Agentes de Uberlândia serão levados para unidade prisional de Belo Horizonte  (Foto: Caroline Aleixo/G1)

Agentes de Uberlândia serão levados para unidade prisional de Belo Horizonte (Foto: Caroline Aleixo/G1)

O inquérito foi conduzido pela Delegacia de Homicídios que concluiu que o crime foi motivado por vingança, em possível retaliação ao assassinato do agente penitenciário Edson Ferreira da Silva, de 49 anos, algumas horas antes da chacina.

A operação envolveu a mobilização de 40 policiais civis e dez agentes penitenciários, sob a coordenação do delegado regional Edson Rogério de Morais e o delegado de Homicídios, Rafael Herrera.

Durante o cumprimento dos mandados, apenas um dos investigados estava em horário de serviço, como escolta permanente de presos, no Hospital de Clínicas da Universidade Federal de Uberlândia (HC-UFU). Um não foi encontrado em casa, porém se entregou ainda nesta manhã.

“Cinco agentes foram presos em suas residências, um foi preso cumprindo escala de trabalho no hospital da UFU e outro se apresentou na delegacia junto ao advogado. As investigações se valeram por todos os tipos de provas materiais e testemunhais. Apesar das provas, em alguns sentidos, irrefutáveis os autores não confessam a prática do crime”, comentou o delegado regional.

 

Os sete estavam em período probatório, sendo um deles mais antigo no cargo, porém em regime de contrato. Os demais exerciam a função há cerca de dois anos e meio. Os nomes dos servidores não foram informados pela polícia por motivo de segurança.

  

REPRESÁLIA: 

 

O agente Edson Ferreira, de 49 anos na época, foi assassinado durante a noite do dia 16 de agosto de 2015 próximo à Avenida Anselmo Alves do Santos, quando voltava do trabalho em uma motocicleta. Testemunhas disseram à Polícia Militar (PM) que se tratavam de dois autores em uma motocicleta de cor escura. Os suspeitos foram identificados e presos durante a Operação "Hades", realizada pela PM e pelo Gaeco, em setembro do mesmo ano.

Durante a madrugada no dia 17 de agosto, cinco pessoas morreram em uma chacina por disparos de arma de fogo. O crime foi registrado na Rua Platão, Bairro Lagoinha, e até então não havia informações sobre a autoria e motivação do crime.

A PM informou na época que, dentre as vítimas, foram identificados dois homens, um de 35 e outro de 50 anos, e uma mulher conhecida pelo apelido de “Tieta”. Dos identificados, os militares constataram passagens pelos crimes de tráfico de drogas, homicídio, roubo e furto.

 

Em coletiva à imprensa na manhã desta quinta-feira, o delegado responsável pelas investigações esclareceu o crime e disse as vítimas eram usuárias de drogas e não tinham nenhuma ligação com a morte do agente.

 

"Acreditamos que imbuídos de uma forte emoção, um sentimento de represália, eles cometaram o delito de maneira impensada. Os autores fizeram abordagem das vítimas com armas em punho, colocaram em posição de busca e a partir daí efetuaram os disparos. Foi descoberto que as munições utilizadas eram calibre 380, de uso permitido e utilizada por quase todos os agentes prisionais", disse Rafael Herrera.

 

O delegado ouviu todas as testemunhas ao longo das investigações e fez novas oitivas dos acusados após as prisões. Segundo Herrera, os laudos periciais das armas, depoimento de testemunhas e imagens de câmeras de segurança comprovam a participação efetiva e ativa dos agentes nas mortes.

Os agentes vão responder por homicídio qualificado por execução, por não terem dado chance de defesa às vítimas, e motivo fútil. Eles serão levados para uma unidade prisional em Belo Horizonte ainda nesta quinta-feira.


ENTENDA O CASO: 


Conforme o vídeo logo após a morte do Agente Penitenciário Edson Ferreira foi preso uma quadrilha que dentre eles 03 (três) criminosos foram os responsáveis pela execução do nosso colega diretamente no dia 16 de Agosto 2016.

Segundo o GAECO essa quadrilha também esta envolvida na morte da Agente Penitenciária Vivian Cristina na cidade de Uberaba executada próxima a Penitenciaria ao sair do plantão no mês de julho de 2015. Alegação é que o grupo faz parte do PCC (Primeiro Comando da Capital). As mortes são como uma "promoção/batismo" aos membros. 

E no dia 17 de Agosto de 2015 morreram 05 (cinco) pessoas na chacina em Uberlândia.

VÍDEO:


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Declarada Inconstitucional a Resolução nº SSP 110/2010 do Secretário de Segurança Pública

Por unanimidade de votos, o Pleno do Tribunal de Justiça Militar do Estado de São Paulo declarou inconstitucional a Resolução nº SSP 110/2010, editada pelo Secretário de Segurança Pública Dr. Antonio Ferreira Pinto.

Na referida resolução, o Chefe das Polícias determinava que, nos crimes dolosos contra a vida, praticados por policiais militares contra civis em qualquer situação – durante serviço (resistência seguida de morte) ou não, os autores deveriam ser imediatamente apresentados à autoridade policial civil para as providências decorrentes de atividade de polícia judiciária, nos termos da legislação em vigor (art. 9º, parágrafo único do Código Penal Militar e art. 10, § 3° c/c art. 82 do Código de Processo Penal Militar).

Suscitada a inconstitucionalidade da ordem, o TJM/SP decidiu que é de competência exclusiva da Polícia Judiciária Militar a condução da investigação de tais delitos, sustentando que o Secretário de Segurança Pública usurpou competência legislativa para alterar o predisposto no Código de Processo Penal Militar, produzindo norma contra “legem” e extrapolando os limites impostos pela natureza dos atos meramente executórios, emanados pelo Poder Executivo.

Antecedendo à sessão de julgamento, nos termos do §3º, do art. 482, do Código de Processo Civil, o Relator deferiu pleito de sustentação oral, apresentado verbalmente em Plenário pelo advogado João Carlos Campanini, sócio-administrador da Oliveira Campanini Advogados Associados.

De acordo com o Relator, Juiz Paulo Adib Casseb, havendo crime militar, nos moldes do art. 9º, do CPM, torna-se inafastável a previsão do §4º, do art. 144, da Constituição, que confere à polícia judiciária militar, com exclusividade, a investigação delitiva.

“A subtração dessa atribuição, da seara policial militar, mediante ato normativo infraconstitucional, intenta grosseira e frontal agressão ao Ordenamento Supremo”.

Com essa decisão, a Polícia Civil não mais poderá investigar as chamadas “Resistências Seguidas de Morte” quando partes Policiais Militares e civis infratores da lei.

Na mesma toada, a decisão emanada pelo Governador do Estado que culminou na Resolução nº SSP 45/2011, que objetiva destinar ao Departamento de Homicídios e Proteção à Pessoa (DHPP) todas as investigações oriundas das ocorrências envolvendo morte com partes policiais militares em serviço é natimorta.

Fonte: Assessoria de Imprensa da Oliveira Campanini Advogados Associados.

O Presidente da AVM, Coronel Washigton Alves da Rosa, comenta o caso. Leia:

É Importante acrescentar que as Polícias Civis do Brasil usurpam essa função de polícia judiciária das Polícias Militares por uma interpretação errônea e mau caráter. Conforme o Art 125 § 4.º da Constituição Federal, “compete à Justiça Militar estadual processar e julgar os militares dos Estados, nos crimes militares definidos em lei e as ações judiciais contra atos disciplinares militares, ressalvada a competência do júri quando a vítima for civil”. Assim são misturados os conceitos de processo e procedimento.

O crime doloso contra a vida praticado por militar estadual que preencha os requisitos do Art 9.º do Código Penal Militar continua sendo crime militar, entretanto a ação judicial seguirá o rito do Tribunal do Júri, como é feito nos casos de crime comum. Esse processo, o “Tribunal do Júri”, não afeta o que o precede, ou seja, o procedimento, que no caso é um competente inquérito Policial Militar.

Cabe ao acusado Policial Militar, para que não responda a dois inquéritos pelo mesmo fato, impetração de Habeas Corpus trancativo, por constrangimento desnecessário e ausência de competência do Delegado de Polícia Civil.

Para os que acham a medida “corporativista” é bom lembrar que o Ministério Público é também destinatário dos IPMs concluídos, exercendo seu atributo de fiscal da lei e tendo competência para requisitar o cumprimento de diligências quantas vezes achar necessário.

ACESSOS RÁPIDOS

                  

AMAF MG

AMAF MG
Associação Movimento Agentes Fortes de Minas Gerais

Presidente: Julio Costa

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