MINAS GERAIS

Romeu Zema entrevista TV Alterosa

Romeu Zema entrevista TV Alterosa
08/10 as 13:00 hs

Acabou de dar entrevista

Disse que vai haver mutirão do MP e defensoria pública em referência aos presos provisórios

Falou que tera somente 9 secretarias e que não terá indicação política, somente por competência técnica


Falou que for eleito, só receberá a salário de governador depois de todo o funcionalismo voltar a receber normalmente


E que não vai morar no palácio, e sim em sua casa, e não vai usar helicópteros e nem carros oficiais do Estado, será tudo de uso particular dele.

 

O mesmo irá ainda na oportunidade falar de algumas pautas de interesse do Sistema Prisional.

Cargos diretores e cargos na Seap
Adicionais da categoria, como noturno, escolaridade,
Carga horária.
Corregedoria do sistema.
Serviço de inteligência do sistema prisional.
Superlotação.
Recursos materiais.
O concurso
E é claro a comissão para realmente resolver a lei orgânica.
Etc.

Minas gerais mostrou sua honra.

Não pactuando com PT de Dilma e Pimentel e com PSDB de Aécio, Alkimim e Anastásia. Os resultados estão aí.

 

 

*Somos todos 17 e 30.


Bolsonaro e Zema.*

Eleitores de 853 municípios mineiros foram às urnas neste domingo (07/10/2018) para votar em deputado federal, deputado estadual, senador, governador e presidente. Minas Gerais possui um total de 15.695.210 eleitores, divididos em 48.166 seções. Confira o resultado da votação:

 

GOVERNADOR DE MINAS GERAIS – (100% das seções apuradas)
Romeu Zema (NOVO) – 42,73% (4.138.967 votos)
Antonio Anastasia (PSDB) – 29,06% (2.814.704 votos)
- Fernando Pimentel (PT) – 23,12% (2.239.979 votos)
- Adalclever Lopes (MDB) – 2,77% (268.683 votos)
- Dirlene Marques (PSOL) – 1,38% (133.986 votos)
- João Batista Mares Guia (REDE) – 0,59% (56.856 votos)
- Claudiney Dulim (AVANTE) – 0,19% (18.330 votos)
- Jordano Metalúrgico (PSTU) – 0,16% (15.742 votos)
* Romeu Zema e Antonio Anastasia vão disputar o segundo turno.

 

SENADOR EM MINAS GERAIS – (100% das seções apuradas)
Rodrigo Pacheco (DEM) – 20,49% (3.616.86 votos)
Carlos Viana (PHS) – 20,22% (3.568.658 votos)
- Dinis Pinheiro (SD) – 18,42% (3.251.175 votos)
- Dilma Rousseff (PT) – 15,35% (2.709.223 votos)
- Rodrigo Paiva (NOVO) – 7,61% (1.342.645 votos)
- Miguel Correa (PT) – 7,27% (1.282.946 votos)
- Fábio Cherem (PDT) – 5,10% (899.824 votos)
- Duda Salabert (PSOL) – 1,99% (351.874 votos)
- Coronel Lacerda (PPL) – 1,74% (307.197 votos)
- Tulio Lopes (PCB) – 0,52% (92.165 votos)
- Kaka Menezes (REDE) – 0,49% (86.771 votos)
- Bispo Damasceno (PPL) – 0,32% (56.126 votos)
- Vanessa Portugal (PSTU) – 0,30% (53.272 votos)
- Edson André (AVANTE) – 0,17% (29.869 votos)
* Rodrigo Pacheco e Carlos Viana estão eleitos.

DEPUTADOS ESTADUAIS ELEITOS EM MINAS GERAIS

Confira a lista dos deputados estaduais eleitos em Minas Gerais neste domingo (7/10/2018):

1 – Mauro Tramonte (PRB) – 516.390 votos
2 – Sargento Rodrigues (PTB) – 123.648 votos
3 – Bruno Engler (PSL) – 120.252 votos
4 – Cleitinho (PPS) – 115.491 votos
5 – Noraldino Junior (PSC) – 114.807 votos
6 – Cássio Soares (PSD) – 113.003 votos
7 – Leandro Genaro (PSD) – 98.717 votos
8 – Beatriz Cerqueira (PT) – 96.824 votos
9 – Léo Portela (PR) – 93.869 votos
10 – Virgílio Guimarães (PT) – 91.204 votos
11 – Fabio Avelar (Avante) – 83.718 votos
12 – Dr. Jean Freire (PT) – 82.867 votos
13 – Arlen Santiago (PTB) – 82.130 votos
14 – Delegada Sheila (PSL) – 80.038 votos
15 – Carlos Henrique (PRB) – 79.088 votos
16 – Cristiano Silveira (PT) – 79.079 votos
17 – Tito Torres (PSDB) – 78.862 votos
18 – Mário Henrique Caixa (PV) – 76.527 votos
19 – Delegado Heli Grilo (PSL) – 75920 votos
20 – João Vitor Xavier da Itatiaia (PSDB) – 75.256 votos
21 – Sávio Souza Cruz (MDB) – 74.822 votos
22 – Tadeuzinho (MDB) – 72.267 votos
23 – André Quintão (PT) – 71.604 votos
24 – Marília Campos (PT) – 71.329 votos
25 – Agostinho Patrus (PV) – 70.055 votos
26 – Rosângela Reis (Podemos) – 70.040 votos
27 – Antônio Carlos Arantes (PSDB) – 69.586 votos
28 – Dalmo Ribeiro (PSDB) – 69.342 votos
29 – Charles Santos (PRB) – 67.913 votos
30 – João Magalhães (MDB) – 67.817 votos
31 – Dr. Hely (PV) – 64.913 votos
32 – Ulysses Gomes (PT) – 63.776 votos
33 – Dr. Wilson Batista (PSD) – 62.052 votos
34 – Gustavo Valadares (PSDB) – 60.687 votos
35 – Neilando Pimenta (Podemos) – 60.630 votos
36 – Glaycon Franco (PV) – 60.373 votos
37 – Doorgal Andrada (Patriota) – 57.942 votos
38 – Celise Laviola (MDB) – 57.362 votos
39 – Duarte Bechir (PSD) – 56.745 votos
40 – João Leite (PSDB) – 56.297 votos
41 – Thiago Cota (MDB) – 55.868 votos
42 – Ione Pinheiro (DEM) – 55.634 votos
43 – Alencar da Silveira Jr. (PDT) – 54.372 votos
44 – Elismar Prado (Pros) – 53.842 votos
45 – Leonídio Bouças (MDB) – 52.593 votos
46 – Gil Pereira (PP) – 52.088 votos
47 – Braulio Braz (PTB) – 51.656 votos
48 – Leninha (PT) – 51.407 votos
49 – Luiz Humberto Carneiro (PSDB) – 50.341 votos
50 – Douglas Melo (MDB) – 49.027 votos
51 – Dr. Paulo (Patriota) – 48.927 votos
52 – Coronel Sandro (PSL) – 48.533 votos
53 – Zé Reis (PHS) – 45.746 votos
54 – Carlos Pimenta (PDT) – 43.492 votos
55 – Inácio Franco (PV) – 42.819 votos
56 – Bosco (Avante) – 42.556 votos
57 – Roberto Andrade (PSB) – 41.903 votos
58 – Marquinho Durval de Carbonita (PT) – 41.852 votos
59 – Gustavo Santana (PR) – 36.573 votos
60 – Celinho do Sinttrocel (PCdoB) – 35.840 votos
61 – Betão (PT) – 35.455 votos
62 – Laura Serrano (Novo) – 33.813 votos
63 – Bartô do Novo (Novo) – 31.991 votos
64 – Raul Belém (PSC) – 31.788 votos
65 – Professor Wendel Mesquita (SD) – 31.722 votos
66 – Cleiton Oliveira (DC) – 31.347 votos
67 – Osvaldo Lopes (PHS) – 31.161 votos
68 – Alberto Pinto Coelho Betinho (SD) – 28.104 votos
69 – Coronel Henrique (PSL) – 27.867 votos
70 – Repórter Rafael Martins (PRTB) – 27.503 votos
71 – Fernando Pacheco (PHS) – 25.091 votos
72 – Guilherme da Cunha (Novo) – 24.792 votos
73 – Ana Paula Siqueira (Rede) – 23.372 votos
74 – Professor Irineu (PSL) – 21.845 votos
75 – Gustavo Mitre (PSC) – 21.373 votos
76 – Zé Guilherme (PRP) – 19.341 votos
77 – Andreia de Jesus (PSOL) – 17.689 votos

DEPUTADOS FEDERAIS ELEITOS EM MINAS GERAIS

Com 100% das seções apuradas, a bancada mineira na Câmara dos Deputados está definida para o mandato 2019/2022. Confira os eleitos neste domingo (7/10/2018):

1 – Marcelo Alvaro Antonio (PSL) – 230.008 votos
2 – Reginaldo Lopes (PT) – 194.332 votos
3 – Andre Janones (Avante) – 178.660 votos
4 – Paulo Guedes (PT) – 176.841 votos
5 – Aurea Carolina (PSOL) – 162.740 votos
6 – Gilberto Abramo (PRB) – 162.092 votos
7 – Cabo Junio Amaral (PSL) – 158.541 votos
8 – Eros Biondini (PROS) – 157.394 votos
9 – Rogério Correia (PT) – 131.312 votos
10 – Padre João (PT) – 131.228 votos
11 – Rodrigo de Castro (PSDB) – 131.120 votos
12 – Weliton Prado (PROS) – 129.199 votos
13 – Misael Varella (PSD) – 128.537 votos
14 – Hercílio Coelho Diniz (MDB) – 120.489 votos
15 – Stefano Aguiar (PSD) – 115.795 votos
16 – Patrus Ananias (PT) – 112.724 votos
17 – Zé Silva (Solidariedade) – 109.335 votos
18 – Marcelo Aro (PHS) – 107.219 votos
19 – Aécio Neves (PSDB) – 106.702 votos
20 – Eduardo Barbosa (PSDB) – 105.969 votos
21 – Diego Andrade (PSD) – 105.803 votos
22 – Lincoln Portela (PR) – 105.731 votos
23 – Emidinho Madeira (PSB) – 103.533 votos
24 – Lafayette Andrada (PRB) – 103.090 votos
25 – Pinheirinho (PP) – 98.404 votos
26 – Subtenente Gonzaga (PDT) – 93.932 votos
27 – Margarida Salomão (PT) – 89.378 votos
28 – Dr. Mário Heringer (PDT) – 89.046 votos
29 – Odair Cunha (PT) – 87.891 votos
30 – Bilac Pinto (DEM) – 87.683 votos
31 – Fred Costa (Patriota) – 87.446 votos
32 – Domingos Sávio (PSDB) – 80.990 votos
33 – Paulo Abi-Ackel (PSDB) – 79.797 votos
34 – Dimas Fabiano (PP) – 74.223 votos
35 – Tiago Mitraud (Novo) – 71.901 votos
36 – Vilson da Fetaemg (PSB) – 70.481 votos
37 – Newton Cardoso Jr (MDB) – 69.900 votos
38 – Leonardo Monteiro (PT) – 68.686 votos
39 – Euclydes Pettersen (PSC) – 65.316 votos
40 – Lucas Gonzalez (Novo) – 64.022 votos
41 – Fábio Ramalho (MDB) – 63.149 votos
42 – Doutor Frederico (Patriota) – 60.950 votos
43 – Igor Timo (Podemos) – 60.509 votos
44 – Julio Delgado (PSB) – 58.413 votos
45 – Mauro Lopes (MDB) – 58.243 votos
46 – Delegado Marcelo Freitas (PSL) – 58.176 votos
47 – Franco Catarfina (PHS) – 53.390 votos
48 – Charles Evangelista (PSL) – 51.626 votos
49 – Léo Motta (PSL) – 51.073 votos
50 – Luis Tibe (Avante) – 50.474 votos
51 – Alê Silva (PSL) – 48.043 votos
52 – Greyce Elias (Avante) – 37.620 votos
53 – Zé Vitor (PMN) – 32.833 votos

PRESIDENTE DO BRASIL – (99,92% das seções apuradas)

Jair Bolsonaro (PSL) – 46,05% (49.258.789 votos)
Fernando Haddad (PT) – 29,25% (31.287.012 votos)
- Ciro Gomes (PDT) – 12,47% (13.338.432 votos)
- Geraldo Alckmin (PSDB) – 4,76% (5.093.894 votos)
- João Amoêdo (NOVO) – 2,51% (2.677.609 votos)
- Cabo Daciolo (PATRIOTA) – 1,26% (1.347.698 votos)
- Henrique Meirelles (MDB) – 1,20% (1.288.299 votos)
- Marina Silva (REDE) – 1,00% (1.069.102 votos)
- Alvaro Dias (PODEMOS) – 0,80% (859.396 votos)
- Guilherme Boulos (PSOL) – 0,58% (616.903 votos)
- Vera Lúcia (PSTU) – 0,05% (55.730 votos)
- Eymael (DC) – 0,04% (41.687 votos)
- João Goulart Filho (PPL) – 0,03% (30.161 votos)
* Jair Bolsonaro e Fernando Haddad vão disputar o segundo turno.

*AMAFMG*

*Associação Movimento dos Agentes Fortes de Minas Gerais*

_*Unidos Somos Mais Fortes*_

_Julio Costa_

O senador Antonio Anastasia (PSDB) disse ontem ter consciência de que, se for eleito para o posto no pleito de outubro, temas relativos ao sistema prisional vão ser um dos grandes “gargalos” que vai enfrentar à frente do governo de Minas Gerais. Ele ainda afirmou que o Estado vive hoje uma situação de catástrofe. As declarações do tucano foram dadas durante encontro com diretores de Associações de Proteção e Assistência ao Condenado (Apacs), na região Centro-Sul de Belo Horizonte.

 

Na reunião, os membros da Fraternidade Brasileira de Assistência aos Condenados (Fbac) apresentaram 12 demandas para o postulante ao Palácio da Liberdade. Entre elas estão a aprovação de aumento da capacidade de atendimento das unidades já implementadas no Estado e a instituição de plano de cargos e salários para os funcionários.

 

Ainda segundo os representantes do grupo, muitas obras das Apacs estão paradas por conta da falta de repasses. Atualmente, há no Estado 38 centros em funcionamento que atendem cerca de 3.700 detentos. Outras 70 unidades estão em diferentes estágios, como na espera por fechamento de convênios com o Estado, e algumas delas nem mesmo saíram do papel.

 

Aos presentes na reunião, o candidato do PSDB ainda disse que a situação da administração estadual é catastrófica e que sabe-se lá ainda o que vai encontrar no governo de Minas. Por isso, de acordo com o tucano, num primeiro momento, se vencer as eleições, vai buscar parcerias com a sociedade e com iniciativa privada, até mesmo fora do país, para dar suporte às Apacs, uma vez que, segundo o tucano, são “onde a ressocialização (dos presos) se manifesta de forma mais clara”. 

 

O senador ressaltou que vai dar prioridade a esse modelo, entre outros motivos, por conta de ele ser mais econômico do que no sistema tradicional: “Eles disseram que há convênios prontos para serem assinados com o governo de Minas, de R$ 4 milhões, que gerariam 600 vagas para o sistema penitenciário. É um valor baixo perto da necessidade. Acho que vamos, como diz o ditado, fazer das tripas coração, já que os valores não são muito altos, e as Apacs ajudam resolver esse tema do sistema prisional, que é um dos grandes gargalos que, se eleitos, vamos enfrentar”.

 

Lotação. Questionado sobre como pretende resolver a questão da superlotação carcerária, Anastasia disse que a Lei do Sistema Único de Segurança Pública (Susp) vai facilitar o acesso dos Estados à União, mas ressaltou que é preciso investir em penas alternativas para pessoas que forem condenadas por crime que não oferece risco para a sociedade. “E também temos que realizar permanentemente aquele famoso mutirão que havia no passado para identificar os que já cumpriram as penas e, muitas vezes, ficam esquecidos”, disse.

 

Reuniões. Representantes das Apacs ressaltaram durante o encontro que são apartidários. Eles convidaram outros concorrentes ao Palácio da Liberdade para apresentar as demandas. 

 

‘Há margem para uma redução do tamanho do Estado’

 

O candidato do PSDB ao governo de Minas Gerais, senador Antonio Anastasia, declarou ontem que ainda há o que cortar na administração estadual, como secretarias e cargos comissionados, para diminuir gastos públicos. O tucano foi indagado sobre o fato de o governador e postulante à reeleição, Fernando Pimentel (PT), afirmar anteontem que seus adversários estão mentido e fazendo promessas “fictícias” ao dizer que ainda há o que se economizar no Executivo. 

 

Segundo Anastasia, não somente ele, mas todos os candidatos de oposição entendem que é preciso ter uma redução do tamanho da máquina pública. Contudo, o senador disse que não quer polemizar com Pimentel. “Ele tem uma visão de Estado que é diferente da nossa. Eu não vou criar aqui, mais uma vez, polêmica, porque eu faço a campanha no meu estilo e ele faz do estilo dele. Mas, o que é importante saber é que há margem para uma redução do tamanho do Estado”, garantiu.

 

Ao ser indagado que cortes seria possível fazer no Executivo, o tucano afirmou que isso deve ser visto oportunamente, mas pontuou que não é necessário se ter o número atual de secretarias: “Um exemplo é que antes tínhamos uma Secretaria de Defesa Social, e agora ela foi dividida em duas. É melhor se funcionar de forma integrada, como determina a nossa Constituição: Sistema de Defesa Social”.

 

Amostragem. Antonio Anastasia declarou que, mesmo aparecendo em primeiro lugar nas pesquisas de intenções de votos, continua com agenda normal e trabalha com eleição de dois turnos. 

 

Campanha já arrecadou R$ 7,8 mi

 

A campanha do candidato tucano ao comando do Estado, Antonio Anastasia, arrecadou R$ 7,8 milhões de reais e utilizou R$ 5,4 milhões dessa quantia. A direção nacional do PSDB doou para o senador o montante de R$ 2,5 milhões, e outros R$ 2 milhões foram pela campanha do presidenciável tucano Geraldo Alckmin.

 

Segundo o sistema de Divulgação de Candidaturas e Contas Eleitorais (DivulgaCand), a maior despesa feita pelo tucano mineiro até agora foi com uma empresa de comunicação. Foram depositados R$ 3,5 milhões para arcar com produções cinematográficas e serviços gerais de produção.

 

Agenda. O senador Antonio Anastasia cumpre agenda hoje juntamente com o candidato do PSDB à Presidência da República, Geraldo Alckmin. Os dois vão até o município de Pouso Alegre, no Sul de Minas Gerais. A região é conhecida por, historicamente, ser um reduto eleitoral dos políticos tucanos. Depois ele vai encontrar com lideranças em Juiz de Fora, na Zona da Mata.

 

Avaliação. O tucano minimizou o fato de os candidatos ao Senado na coligação Reconstruir Minas, o ex-presidente da Assembleia Legislativa Dinis Pinheiro (SD) e o deputado federal Rodrigo Pacheco (DEM), não deslancharem nas pesquisas de intenções de votos realizadas até agora.

 

Fala. “As pesquisas são realidade daquele momento. Os candidatos estão muito animados, e eu tenho muita convicção da subida deles não só nas pesquisas como também nas urnas, que é onde nós vamos apurar quem vencerá as eleições”, disse Antonio Anastasia.

O Governo de Minas divulgou nesta sexta-feira a escala de pagamento do salário de julho dos servidores públicos, que receberão ainda menos em cada parcela em relação às folhas anteriores. De acordo com a informação repassada pela Secretaria de Estado de Fazenda (SEF), haverá redução de 50% no pagamento da primeira primeira parcela do funcionalismo que recebe até R$ 3 mil.

 

Na primeira parcela, serão depositados até R$ 3 mil para os servidores da Segurança Pública e da Fundação Hospitalar do Estado de Minas Gerais (Fhemig). Para os demais servidores, será depositado até R$ 1.500,00. Segundo o governo, o valor vai ser pago no próximo dia 13 (sexta-feira).

 

A nova forma de pagamento representa uma queda de 50% na primeira parcela em relação ao início escalonamento, em fevereiro de 2016, quando ficou definido que a primeira parcela paga a todo o funcionalismo seria limitada a R$ 3 mil. Ou seja, o valor depositado na conta dos servidores em julho será 50% menor na primeira parcela dos funcionários que recebem menos de R$ 3 mil.

 

Já para os servidores que ganham acima de R$ 3 mil, a segunda parcela também será limitada a R$ 1,5 mil, pois os critérios serão iguais aos da primeira. Por outro lado, para os agentes da Segurança Pública e funcionários da Fhemig o limite é de R$ 3 mil. O valor será pago no dia 25 de julho (quarta-feira).

 

Na terceira parcela, serão depositados os valores restantes para todos os servidores.

 

Até junho, os pagamentos de quem recebe até R$ 3 mil – o que representa 75% do funcionalismo – eram feitos integralmente na primeira parcela. Já os servidores que ganham até R$ 6 mil recebiam o restante na segunda parcela. Os funcionários que têm vencimentos acima de R$ 6 mil eram contemplados com o restante na terceira parcela.

 

A SEF informou ainda que a terceira parcela da folha de junho, que estava pendente para os servidores inativos que recebem acima de R$ 6 mil, foi depositada no início da tarde desta sexta-feira.

 

Confira os detalhes do pagamento de julho:

 

A Secretaria de Estado de Fazenda (SEF) informa o calendário do mês de julho para o pagamento dos salários do funcionalismo público do Executivo Estadual:

 

- 1ª parcela: 13/7 (sexta-feira);

 

- 2ª parcela: 25/7 (quarta-feira);

 

- 3ª parcela: 31/7 (terça-feira).

 

Os critérios adotados serão os seguintes:

 

- Na primeira parcela, serão depositados até R$ 3 mil para os servidores da Segurança Pública e da FHEMIG. Para os demais servidores, serão depositados até R$ 1.500;

 

- Na segunda parcela, os critérios serão iguais aos da primeira;

 

- Na terceira parcela, serão depositados os valores restantes para todos os servidores

A Controladoria Geral do Estado (CGE), tem como missão exercer e fomentar o controle interno das ações governamentais, trabalhando essencialmente para agregar valor ao serviço público estadual, tendo entre seus principais compromissos a prevenção e o combate à corrupção, o fortalecimento da integridade, a consolidação da transparência e a participação ativa do cidadão.

Além de permitir o cumprimento, por parte dos agentes públicos do Poder Executivo estadual, da obrigatoriedade prevista na Lei 8.429/1992, que se referem à apresentação da declaração de bens e valores para a posse e exercício de mandatos, cargos, funções ou empregos nos Órgãos da Administração Direta, Autárquica, Fundacional, incluindo as entidades de personalidade jurídica de direito privado controladas pelo Poder Público, o Sistema é de fundamental importância para o acompanhamento de suas evoluções patrimoniais, atribuição esta de responsabilidade da CGE-MG, conforme o Decreto Estadual n.º 46933/2016.

ORIENTAÇÕES PARA PREENCHIMENTO:  CLICK AQUI


AMAFMG
Associação Movimento dos Agentes Fortes de Minas Gerais
Unidos Somos Mais Fortes
Julio Costa

Primeira comemoração do Dia do Trabalho após a entrada em vigor da reforma trabalhista terá menos atrações, um efeito direto das condições financeiras dos sindicatos; Força Sindical investiu R$ 500 mil a menos em seu evento em São Paulo.

Primeiro de maio
Funcionários montavam ontem o palco da Força Foto: Felipe Rau/Estadao

 

Na primeira comemoração do Dia do Trabalho após a entrada em vigor da nova legislação trabalhista, a festa encolheu, um efeito principalmente do fim da contribuição sindical obrigatória. O evento que tradicionalmente reúne o maior público na data, realizado pela Força Sindical em São Paulo, perdeu R$ 500 mil em investimento. Na festa anterior foram gastos R$ 2,5 milhões, valor que, na média, vinha sendo mantido havia alguns anos.

 “Os sindicatos, que também bancam parte da festa, estão sem condições financeiras”, justificou o secretário-geral da Força Sindical, João Carlos Gonçalves, o Juruna. Este ano, o número de carros a serem sorteados, um dos grandes atrativos do evento que já chegou a ter público de mais de 1 milhão de pessoas, também diminuiu, e haverá menos “estrelas” se apresentando no palco hoje.

A Central dos Sindicatos Brasileiros (CSB) também sentiu a mudança de cenário. Depois de ter feito uma festa grandiosa no Sambódromo de São Paulo no ano passado, com cantores como Emicida e Fernando & Sorocaba, a central não programou evento para hoje. “A ideia era repetir o formato (da comemoração), mas a reforma afetou nossa estrutura”, disse Álvaro Egea, secretário-geral da CSB.

A Central Única dos Trabalhadores (CUT), que costuma fazer atos mais modestos, vai focar seus eventos pelo Brasil na defesa da liberdade do ex-presidente Lula, condenado e preso na Operação Lava Jato. A central programou atos em diversas cidades – em São Paulo será na Praça da República, a partir das 12h. O principal ato deste ano será em Curitiba, onde Lula está preso desde 7 de abril (leia mais na página A9).

A reforma trabalhista deve ser o principal alvo das críticas econômicas dos sindicatos nos eventos de hoje. “Ao contrário do que prometiam seus defensores, a reforma não reduziu a insegurança jurídica, ao contrário, aumentou; também não está gerando empregos e nem modernizou as relações trabalhistas”, afirma Álvaro Egea, secretário-geral da CSB.

Para Ricardo Patah, presidente da União Geral dos Trabalhadores (UGT), “a reforma é mentirosa e criminosa”. A entidade este ano focou suas ações em um seminário sobre a indústria 4.0 e o emprego do futuro e em um debate com candidatos à presidência da República.

Na opinião do pesquisador em economia do trabalho do Ibre/FGV, Tiago Barreira, porém, também há insegurança jurídica por parte das empresas diante de ações na Justiça promovida por sindicatos para manter o imposto sindical aprovado em assembleias. E ressalta que o fim da contribuição obrigatória também afeta os sindicatos patronais. “As entidades precisam buscar fontes alternativas de receita.”

Atrações. No ano passado, a Força Sindical sorteou 17 modelos Hyundai HB20 (que no mercado custa R$ 44 mil) ao público que foi à Praça Campo de Bagatelle, na zona Norte de São Paulo. Hoje, serão 15. O grandioso palco para receber artistas, políticos e sindicalistas está 20% menor. Entre os políticos, devem estar presentes o presidente do Câmara, Rodrigo Maia, o governador Márcio França e o prefeito Bruno Covas. Entre os cantores a se apresentar estarão Leonardo e a dupla Simone & Simaria. 

Juruna acredita em um público de 500 mil pessoas, ante as cerca de 700 mil em 2017. Em anos anteriores a Força chegou a atrair mais de um milhão de pessoas. Segundo ele, todos os candidatos à presidência foram convidados – “exceto Bolsonaro, pois o discurso dele não é bem vindo no meio dos trabalhadores”. Segundo ele, boa parte dos custos da festa é bancada por patrocinadores como a Caixa Econômica Federal e a montadora Hyundai.


A AMAFMG é contra a contribuição obrigatória em parcela única anual de todos os trabalhadores da determinada categoria.

Tudo isso, devido que é visível o não retorno aplicável do recolhimento na própria categoria. Há um comodismo por parte dos sindicatos, que não tem como objetivo a filiação dos funcionários, até porque tinham a garantia desse valor todo ano.

Independente se o servidor queria ou não contribuir.

Com o fim da contribuição, sindicatos deverão agora realmente mostrarem o porque quiseram montar suas chapas e representar suas categorias. Viver de fundos de filiações, que para isso deverão atuar na busca de convênios para a categoria, atraindo filiados, sem dizer a verdadeira representação classistas.


A maioria dos sindicatos usavam esse dinheiro para promover festas comemorativas do dia do trabalho em locais públicos ou privados, custeando viagens, bens e lazeres diversos das chapas eleitas.

Sem dizer o grande interesse que varias pessoas tinham em montar chapas p assumirem os sindicatos.

Será que agora, os que estão vão querer continuar ? E aqueles que tentaram com suas chapas, vão ainda querer concorrer às eleições sem a contribuição?

Vale saber que grupos a anos dentro de sindicatos, fraudavam eleições, ou datas, ou não divulgavam a data das eleições com medo de perder a "bocada".

Estranho né!!!

Porém agora acabou.

Como mostra no link, as festas bancadas pelos sindicatos, automaticamente com o dinheiro de contribuição dos seus servidores não são as mesmas, arregadas.

A AMAFMG é contra a contribuição.

Se querem sindicalizar, representar mostre trabalho, lutem pela categoria, forneçam benefícios paras mesmas.

 







Enquanto o governo de Minas Gerais tem dificuldades para pagar os salários dos servidores públicos – escalonamento da folha é realizado desde fevereiro de 2016 -, o Tribunal de Contas do Estado (TCE) fez um levantamento que apontou o acúmulo irregular de cargos que pode ter gerado um prejuízo mensal de mais de R$ 480 milhões. No estado, 102,6 mil servidores públicos estão sendo investigados por acúmulo ilegal de cargos. A prática é proibida pela Constituição Federal.

De acordo com o estudo, ao qual a TV Globo teve acesso com exclusividade, esses casos de acúmulo com indícios de ilegalidade, considerando servidores ativos e inativos. Há funcionários que acumulam dois, seis e até dez cargos diferentes.

Em um dos casos foi detectado que uma médica de Belo Horizonte, já aposentada, trabalha simultaneamente em seis órgãos públicos - totalizando uma carga horária semanal de 108 horas e uma remuneração bruta de R$ 47.833,03.

Na Secretaria Municipal de Saúde de Sabará, na Grande BH, o produtor procura pela médica Lúcia Maria Alves da Rocha Coelho. A atendente responde: “Eu não sei se... tem um dia certo pra ela vir. Ela não tem um dia certo pra ela vir na secretaria porque ela é médica reguladora”.

 
Estudo do Tribunal de Contas de Minas Gerais identificou médica que tem seis cargos públicos e salário acumulado de quase R$ 50 mil (Foto: Reprodução/TV Globo)Estudo do Tribunal de Contas de Minas Gerais identificou médica que tem seis cargos públicos e salário acumulado de quase R$ 50 mil (Foto: Reprodução/TV Globo)

Estudo do Tribunal de Contas de Minas Gerais identificou médica que tem seis cargos públicos e salário acumulado de quase R$ 50 mil (Foto: Reprodução/TV Globo)

 

O produtor também foi à Secretaria Municipal de Vespasiano onde, segundo o TCE, Lúcia Maria Alves Coelho também trabalha. "E ela já veio", disse a atendente. O produtor pergunta: "Ela já veio e já foi embora". Ela responde: "Já. Já assinou aqui, já". O produtor insiste: "Ela veio, assinou e foi embora?". A mulher reafirma: "Isso. Ela vem e faz é isso". O produtor pergunta de novo: "Não entendi. Ela vem, assina e vai embora?". Ela diz: "Sim".

A médica também é funcionária da Secretaria Municipal de Ribeirão das Neves e também não foi encontrada. "Segunda ou quinta", disse a funcionária quanto aos dias que a médica trabalharia. "Ou quinta. Mas vem rápido?", pergunta o produtor. "É, fica aqui poucos minutos e vai embora atendente. E não tem um horário específico, não", fala a funcionária.

Lúcia Maria é médica concursada da Secretaria Municipal de Saúde de Belo Horizonte. "A doutora Lúcia não fica aqui, não".

Ao todo, a médica que é aposentada ganha cerca de R$ 50 mil por mês e acumula seis cargos públicos. A carga horária que ela deveria cumprir é de 108 horas semanais. Se ela trabalhasse de segunda a sexta daria 21 horas e seis minutos por dia.

A médica não foi localizada por telefone.

 
Levantamento do Tribunal de Contas do Estado de Minas Gerais identificou servidor que acumula cinco cargos públicos (Foto: Arte/TV Globo)Levantamento do Tribunal de Contas do Estado de Minas Gerais identificou servidor que acumula cinco cargos públicos (Foto: Arte/TV Globo)

Levantamento do Tribunal de Contas do Estado de Minas Gerais identificou servidor que acumula cinco cargos públicos (Foto: Arte/TV Globo)

 

Outro exemplo identificado foi do médico urologista Arley Valle Soares. Ele mantém cinco vínculos em diferentes unidades médicas da Região Metropolitana de Belo Horizonte que somam 96 horas semanais.

Nosso produtor tentou encontrá-lo no Centro Especializado de Consultas Iria Diniz, em Contagem, na Grande BH. "Arley? Ele não tá aqui hoje, não", disse o atendente.

Ele é servidor em Contagem, mas também atenderia em Sabará, Ribeirão das Neves e Belo Horizonte. Ainda segundo o levantamento, 184 pessoas já falecidas permanecem recebendo pelo estado.

Por telefone, Arley negou que tenha cinco empregos. "Não tenho cinco vínculos trabalhistas. Eu tenho um concurso público". O repórter fala: "O senhor tem um concurso público, só, que seria na Prefeitura de Contagem. E as outras quatro, pelo que entendi seriam, seriam serviços temporários?".

O médico interrompe: "Não, não tem outras quatro. O trabalho quatro que eu tenho é um particular, e presto em Sabará serviço de exame médico. Contratado para fazer exame médico diante de uma seleção pública", afirmou Arley.

O presidente do TCE, Cláudio Terrão, foi contundente: "O próprio controlador interno. O próprio município, por exemplo, instaurará um procedimento administrativo pra ver, por exemplo, se ele conseguiu no acúmulo de três cargos prestar o serviço de médico nesses três municípios. Porque se ele não conseguiu, além de ele ter que ser desligado de um desses, ele vai ter que ressarcir ao erário aquilo que ele recebeu indevidamente", disse Terrão.

Ainda segundo o TCE, o desperdício de dinheiro com esses funcionários pode ter dado um prejuízo mensal de mais de R$ 480 milhões aos cofres públicos.

A capital mineira é a cidade com mais servidores que acumulam cargos remunerados. Em 2015 eram 4.263 as pessoas que cometiam irregularidades. Betim vem na sequência com 3.108 servidores. Depois aparece Contagem, com 1.869, segundo o Tribunal de Contas do Estado.

 

O estudo vai integrar um cadastro de agentes públicos de Minas Gerais que será lançado nesta terça-feira (24) pelo TCE. O objetivo da iniciativa é acompanhar e fiscalizar os atos de gestão da folha de pagamento dos servidores.

E tem mais servidor público na mira do TCE. Com o cruzamento de dados do cadastro do funcionalismo que inclui prefeituras e todos os órgãos do estado, o tribunal vai caçar quem ganha mais do que o teto constitucional e os servidores fantasmas, que somente aparecem pra receber e não trabalham.

A Secretaria Municipal de Saúde de Sabará informou que Arley Soares é responsável pelo Programa de Saúde do Homem no município e que Lúcia Maria tinha dois cargos como médica e que foi exonerada de um deles.

A Prefeitura de Contagem reconheceu que Arley Soares cumpre jornada de trabalho de 20 horas semanais no município.

A Secretaria de Saúde de Belo Horizonte informou que vai apurar o caso da médica Lúcia Maria.

Já a Prefeitura de Vespasiano disse que Lúcia Maria pediu exoneração no último dia 20.

A Prefeitura de Ribeirão das Neves disse que vai investigar a situação e que, se houver irregularidades, os servidores vão ter prazo de dez dias para se defender.

FOI NOTÍCIA NACIONAL, EM TODAS EMISSORAS DE RADIO E TV

Tudo Iniciou no dia 12 em reunião na sede de Cabos e Soldados onde as entidades de classe estiveram presente com o deputado Sgt Rodrigues e iniciaram os Movimentos.

As reivindicações principais do Sistema Penitenciário de MG

Motivos:
DESCASO DESSE GOVERNO

  • Apenas Benefícios para Secretario;
  • Subsecretário, Chefe de Gabinete (Gravata Vermelha);
  • Serviços de Inteligência omissões (prevaricação);
  • Demissões em Massa dos Agentes Contratados desde Dezembro 2016;
  • Descaso, enrolação na PL 4148 Reintegração dos Agentes demitidos;
  • Unidades Super lotadas e falta de Agentes;
  • 01 Agente Noturno de Plantão para Mais de 70 presos;
  • Cogitação de Fechamento de Unidades Prisionais, pré Assumidas pela SEAP;
  • Não saiu o Concurso, só enrolação;
  • Salários Parcelados;
  • Não Pagamento do 13ª salário;
  • Não nomeações de Diretores Unidades Prisionais;
  • Remoções de Agentes por Assedio Moral e Abuso de Poder na Academia do Sistema por mostrar ilegalidade;
  • Abuso de Poder por Diretora do DGP (Falta de educação, cordialidade com os Agentes);
  • Cargos Comissionados alto escalão na Seap apadrinhados por políticos enganadores e em Unidades Prisionais (Diretores que não são Agentes);
  • Sucateamento (falta de equipamentos, Viaturas, Algemas, Armas);
  • Falta de Diárias para O sistema Prisional (Para Viagens de Alto escalão não falta);
  • Não Nomeação dos Aprovados no Concurso para Áreas Administrativas;
  • Regulamentação Calibre Restrito;
  • Carga horária digna;
  • Desvios de Função;
  • Unidades Sem Estrutura (Sem Alojamento, Vasos Sanitários, etc);
  • Não reconhecimento da Insalubridade e Periculosidade da carreira;
  • Dentre Varias outras Mazelas

Então Eu Julio Costa presidente da AMAFMG, avisei em meus vídeos e Notas, e busquei o Diálogo com a SEAP, porem não dá mais, o sangue dos Agentes Prisionais, Socio e Administrativos estão derramando.

O seu dinheiro do 5º dia útil e 13º Salário esta fazendo faltar dentro de suas casas: comida, aluguel, financiamentos, escola de filhos etc, estão atrasados, nomes sendo colocado no SPC, por omissão, descaso desse Governo de Minas Gerais.

O que aconteceu na SEAP após sua criação?

Esta uma Bagunça.

Apenas foi criado a logo marca da mesma e muita mais muita medalha, elogios, troféus etc para o Secretario, Subsecretario, chefe de gabinete.

Todos Vocês, demonstrando não conhecer de Políticas Prisionais.

Júlio Costa enfatizou?

Respeitamos suas profissões e suas aposentadorias, não há um Agente Penitenciário atuando nas categorias de Vocês, com todo respeito a PM, PF, aos Magistrados, porem, esta provado a omissão.

Esta indirigível a SEAP

Unidades Prisionais e Academia por comissionados.

Ou estou inventando alguma coisa aqui?

Se querem colocar “pano frio em cima de chapa quente” não mostrando para o Governador que o Sistema esta parado e precisa de investimento, melhor vocês então por gentileza afastar da casa dos Agentes Penitenciários.

Desrespeito com essa categoria massacrada.

 

PARABÉNS AS FORCAS DE SEGURANÇA PUBLICAS

AMAFMG
Associação Movimento dos Agentes Fortes de Minas Gerais
Unidos Somos Mais Fortes
Julio Costa

Respeitem o Sistema Prisional de Minas Gerais

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ACESSOS RÁPIDOS

                  

AMAF MG

AMAF MG
Associação Movimento Agentes Fortes de Minas Gerais

Presidente: Julio Costa

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